Carrefour-Feuilles est dans la tourmente. Imaginons un instant : vous vivez tranquillement chez vous et soudain, des hommes armés du quartier voisin, Grand Ravine, débarquent. Ils sèment la terreur depuis deux semaines déjà. Et les flammes qu’ils allument? Les maisons brûlent et la peur s’installe.

Então, o que fazer? Para muitos, o Ginásio Vincent é o ponto de encontro. Correm até lá, na esperança de um refúgio de paz. Mas, na verdade, não é bem um paraíso. Imagine por um instante: demasiada gente, um calor sufocante, e estômagos a gritar por comida.
Na internet, as mensagens multiplicam-se. “Mezanmi, Carrefour-Feuilles precisa de ajuda, estou preso!” Palavras que, nas entrelinhas, gritam desespero. O medo é palpável, e a tristeza também.
O que parte o coração são estas pessoas que já não têm nada. Uma casa em cinzas, memórias perdidas. No microfone da Juno7, uma mãe partilha o seu desespero: “Sinto falta da minha casa. Gostaria de voltar à minha cidade, mas como? A minha carteira está vazia.”
E no Ginásio Vincent? A promiscuidade é a palavra de ordem. As pessoas amontoam-se, as tendas acumulam-se. “Queremos só regressar”, suspira uma idosa. “Esperamos um gesto, uma mão estendida.”
Dehors, Carrefour-Feuilles gronde. Les rues raisonnent des pas des manifestants, des cris pour plus de sécurité. Mais le calme tarde à revenir. Et pendant ce temps-là, le bilan s’alourdit : plus de vingt vies arrachées, selon des groupes de défense des droits.
La situation est tendue, mais au milieu du chaos, un espoir persiste. Carrefour-Feuilles attend, espère, et espère encore que le lendemain sera meilleur.
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